Edição limitada de 10 · numerada e assinada à mão pelo artista

A PYRO começou porque alguém pediu para comprar um desenho.

Era o Polvilho, publicado em fevereiro de 2026 com uma legenda de duas palavras e dois emojis. Uma pessoa viu, perguntou o preço, pagou R$ 280 e levou para casa. Não havia loja, não havia catálogo, não havia nada — só um desenho e alguém que quis conviver com ele todos os dias.

Antes disso vieram os anos do Nexus, um jogo de cartas que o artista criou e desenhou carta por carta, com personagens chamados Rutóth, Ouhutúrunus e Flênuk. Foi assim que dezessete mil pessoas chegaram. Depois vieram as paisagens, as criaturas deitadas no mato, os gatos flutuando no vácuo — e os textos longos que ele passou a escrever junto com cada imagem. As pessoas responderam mais aos textos do que às imagens. Ele continuou escrevendo.

Esta loja existe para transformar essas artes em objeto. São onze obras, dez cópias de cada uma, cinco no caso do Polvilho. Todas numeradas e assinadas à mão. Todas impressas depois que alguém compra, porque nenhuma delas fica pronta esperando. Quando a última cópia de uma obra for embora, ela não volta.

O que você compra aqui não é uma imagem que você já viu no Instagram. É a mesma imagem passada para o papel, numerada, assinada com caneta pela mão de quem pintou, montada atrás de vidro e mandada para o seu endereço. A legenda vem junto — está escrita na página de cada obra, do jeito que ele escreveu.

Do outro lado das mensagens tem gente, não robô. Fale com a gente pelo Instagram @aguiar.pyro ou por e-mail, em [email protected].